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terça-feira, 11 de dezembro de 2018

[SÉRIE] Países que surgiram após a dissolução da URSS - Capítulo 1: Estônia

Todos sabemos que o ano de 1991 é marcado por um fato histórico bastante contundente em termos geopolíticos, "A dissolução da URSS - União das Repúblicas Socialistas Soviéticas". Depois que Mikhail Gorbachev renunciou, Boris Iéltsin assumiu o poder, e a partir deste momento oficialmente as nações conquistam sua independência, formando logo em seguida a "Comunidade do Estados Independentes - CEI".

Depois de contextualizar tudo isso, percebe-se que o grande objetivo desta postagem é entender como cada um destes 15 países, independentes após 1991 se encontram atualmente, bem como suas principais características.

Alguns naturalmente são muito conhecidos, como a própria Rússia, sede do último mundial de futebol, e popularmente conhecida por herdar os mais variados aspectos da União Soviética, como a tradicional rivalidade com os Estados Unidos.

Mas e sobre a Estônia?
Alguns dados gerais sobre este país:

Nome Oficial: República da Estônia
Área: 45.227 km²
Capital: Tallinn
População: 1,42 milhão de habitantes (estimativa 2018)
Governo: República com forma mista de governo
Divisão administrativa: 15 condados

GEOGRAFIA:
ContinenteEuropa (região nordeste do continente)
Cidades Principais: Tallinn, Tartu, Narva, Pärnu e Kallaste.
Clima: temperado continentalDensidade demográfica: 31 hab./km² (estimativa 2016)
Fuso horário: UTC+2

DADOS CULTURAIS E SOCIAIS:

Composição da População: estonianos (62%), russos (30%), ucranianos (3%), bielo-russos (1,8%), finlandeses (1,1%) e outros (2,1%) 
Idioma: estoniano (oficial) e russo.
Religiões principais:  cristianismo (cerca de 65% da população).
IDH: 0,871 (Pnud 2017) - índice de desenvolvimento humano muito elevado.
Expectativa de vida ano nascer: 77,7 anos (Pnud 2017).

PRINCIPAIS DADOS DA ECONOMIA ESTONIANA:

PIB (Produto Interno Bruto): US$ 30,82 bilhões (estimativa 2018)
PIB per Capita: US$ 23.610 (estimativa 2018)
Força de trabalho: 7125 mil trabalhadores ativos (estimativa 2018)
Moeda: Euro - (símbolo €)

Algumas curiosidades e características importantes:
  • O idioma oficial do país é o estoniano, língua próxima do finlandês, com influências do alemão. Durante a era soviética, o russo foi ensinado compulsoriamente nas escolas, e hoje é a segunda língua do país.
  • Depois da independência, sem dinheiro e sem recursos naturais, o país decidiu investir em tecnologia.
  • Em 2000, apenas 29% da população tinha acesso à internet. Em 2016, esse número chegou a 91,4%, graças a esforços do poder público e grupos privados.
  • Hoje, 99% dos serviços públicos estão disponíveis pela internet, o que faz o país ser chamado de "e-Estônia".
  • Os estonianos usam um cartão de identificação com chip que substitui o documento de identidade, a carteira de motorista, o vale-transporte, o crachá e permite acessar serviços públicos, assinar documentos digitais, fazer transações.
  • Um terço dos eleitores do país votou pela internet nas últimas eleições, sendo que 23% deles usaram o celular.
  • A presença física dos cidadãos em órgãos públicos só é exigida para quem vai se casar, se divorciar ou transferir imóveis.
  • Segundo o Instituto Gallup, os estonianos são o povo menos religioso do mundo. Apenas 16% da população considera que a religião desempenha um papel importante em suas vidas.
Abaixo um mapa com a localização da capital da Estônia, Tallinn

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

IDH: Qual a situação atual do Brasil?

O Brasil jamais esteve despontando a lista idealizada pelo PNUD, e fomentada por dados compilados por vários programas/agências reguladas pela ONU. Segundo os dados mais recentes, divulgados ainda neste ano de 2018, o Brasil ocupa uma nada honrosa colocação, 79º! 

Tal colocação nos alça a um grupo de países com o Índice de Desenvolvimento Humano considerado "Alto desenvolvimento humano", e está estagnado em tal posição, sem movimentação efetiva nos últimos 5 anos. Apesar do reconhecimento das políticas de distribuição de renda e acesso efetivo a educação e saúde, fica fácil de se imaginar que muito ainda deve ser feito em nosso país!

Lembrando que os três pilares para a composição deste indicador são: Educação, renda per capita e longevidade (Saúde).

Mas quem são os grandes líderes deste ranking?

Países que estão classificados como "Muito alto desenvolvimento humano"
1) Noruega - 0.953 
2) Suíça - 0.944 
3) Austrália - 0.939 
4) Irlanda - 0.938 
5) Alemanha - 0.936 
6) Islândia - 0.935 
7) Hong Kong - 0.933 
8) Suécia - 0.933 
9) Singapura - 0.932 
10) Holanda - 0.931 

Países cujas características se assemelham ao Brasil:

75) Granada - 0.772 
76) Sri Lanka - 0.770 
77) Bósnia e Herzegovina - 0.768 
78) Venezuela - 0.761 
79) Brasil - 0.759 
80)  Azerbaijão - 0.757 
80)  Líbano - 0.757 7
80)  Macedônia - 0.757 

Da posição 113 até o fim, posição 189, se encontram os países com "Médio ou baixo desenvolvimento humano".

Os países que possuem os mais baixos índices são:
180) Moçambique - 0.437 
181) Libéria - 0.435 
182) Mali - 0.427 
183) Burkina Faso - 0.423 
184) Serra Leoa - 0.419 
185) Burundi - 0.417 
186) Chade - 0.404 
187) Sudão do Sul - 0.388 
188) República Centro-Africana - 0.367 
189) Níger - 0,354


Veja mais em detalhes em:

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

[Projeto] Patrimônio Histórico: (Re) Conhecendo Criciúma

Identificação
Professor EJA: Lucas Cechinel da Rosa
Supervisora de educação: Simone Bez Birollo Barreto
Área: Ciências Humanas e suas Tecnologias
Cronologia: 6 semanas.

  • Objetivo geral do projeto:
  • Compreender a história de Criciúma mediante o reconhecimento de elementos que fazem parte do patrimônio histórico do município.
  • Objetivo geral do projeto:
  • Analisar o contexto histórico-geográfico de Criciúma ante patrimônios históricos previamente selecionados;
  • Reconhecer elementos históricos-geográficos que dinamizaram a evolução do município;
  • Relacionar pesquisas recursos audiovisuais e tecnologias informacionais ao processo de ensino-aprendizagem. 
Contextualização:

O projeto “Patrimônio histórico (re) conhecendo Criciúma”, foi desenvolvido pela turma PE02, vinculada à EJA Profissionalizante. Mediante a constante necessidade de revisitarmos o conceito de patrimônio histórico, e ante aos compromissos da instituição com a formação cidadã crítica, os alunos da turma PE02 foram estimulado a investigar a realidade de locais/monumentos históricos tombados presentes no município de Criciúma.

Articulados em cinco grupos, os alunos investigaram patrimônios cruciais para o entendimento da história de Criciúma. A gruta de Nossa Senhora de Lourdes, Museu Augusto Casagrande, Monumento ao Mineiro, Igreja São Paulo Apóstolo e Mina de visitação Octávio Fontana.

Dentre algumas missões dos estudantes, destaca-se a necessidade de (re) conhecer o local escolhido, principalmente por parecem invisíveis para a maioria devido ao excesso de atividades cotidianas. Neste momento, de escolha do âmbito de trabalho, percebe-se o quão nosso lugar pode ser desconhecido aos nossos próprios olhos.

Através de quatro grandes missões, os estudantes visitaram o local, fizeram fotos, gravaram vídeos incentivando a visitação e por fim, alimentaram blogs temáticos, além de construírem, sob orientação do professor, um documentário com a reunião de todas as ações promovidas, bem como um imenso painel, socializadas entre os colegas, com valorosa troca de experiências.

Artefatos e produções:
Foram produzidos pelos estudantes durante o percurso formativo da disciplina os seguintes artefatos:


  •     Fotografias – Através de visita in loco;
  •     Confira as fotos em: https://photos.app.goo.gl/TXDSWiG1ych52QQSA
  •        Recursos audiovisuais – Durante execução de entrevistas;
  •    Weblog – Com o objetivo de efetivar um laço de proximidade com o local/monumento escolhido;
Conheça mais clicando nos links abaixo!



  •         Documentário – Através das imagens, vídeos e descrições produzidas pelos grupos;
1.    Conheça o documentário dom material coletado dos estudantes! https://www.youtube.com/watch?v=QaVkmoHq0gs&t=22s


  •     Painel – Resultando em uma mostra visual, socializada no último encontro.
1.    Confira as fotos em: https://photos.app.goo.gl/3PMS91ZCUyfEKTNR7

Referências utilizadas:

AZEVEDO, Aroldo de. Brasil a terra e o homem. São Paulo: Nacional, 1964-1970. v. 2
BRAGA, Marco; GUERRA, Andréia; REIS, José Cláudio. . Breve história da ciência moderna, volume 1 : convergência de saberes. 2. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, c2006. 101p.
SANTOS, Milton. . Da totalidade ao lugar. São Paulo: EDUSP, 2005. 170p.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço técnica e tempo, razão e emoção. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 1997. 308 p.
SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA. Departamento Regional da Bahia. Ensino Fundamental de Jovens e Adultos no contexto da indústria da Construção Civil, 2º segmento: caderno do aluno/ Serviço Social da Indústria. Salvador, 2009.225.il. (Série educação para a Nova Indústria Elevação da Escolaridade na Indústria).
SOUZA, Maria Adelia de; SANTOS, Milton. A construção do espaço. São Paulo: Ed. Nobel, 1986. 149 p.
VIANNA, Hélio. História do Brasil: período colonial: monarquia e república. 12 ed. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1975. 668 p.


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Você conhece o Google Earth?

O programa Google Earth foi lançado no longínquo ano de 2001, porém adquiriu maior popularidade a partir da popularização das técnicas que envolvem o sensoriamento remoto. O software passou por inúmeras versões, incluindo a pro, disponibilizada a poucos anos, com imagens exclusivas e um rico menu de navegação.

Quem possui um celular com sistema Android, deve conhecer seu ícone, já presente como um aplicativo, muito pesado, mas que fornece uma experiência fantástica. Atualmente, todos que possuem uma conta Google acessam facilmente o aplicativo, que está cada vez mais completo e com utilidade ainda mais prescritivas, não impedindo a utilização em sala de aula como uma ferramenta pedagógica.

Lembrando que a família "Earth" ainda deve continuar crescendo, com os inúmeros produtos que se tornam adjacentes ao elemento principal. Fica evidente também, que as imagens estão cada vez mais atualizadas, perfazendo uma demanda vinda da NASA, com contribuições espontâneas de alguns países, mediante o uso de satélites artificiais.

Algumas imagens fascinantes captadas pelo software!
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Vamos a marte ou Lua?
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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Como monitorar terremotos?

Os terremotos são eventos imprevisíveis, pelo menos para o que temos de geotecnologias atuais, e apesar da existência de inovações constantes neste segmento, é difícil se imaginar, ao menos num futuro próximo, como podemos nos "Defender" destes eventos extremos.

Pois bem, aliando o monitoramento de atividades vulcânicas e sísmicas, temos o site "Painel global", que mostra em tempo real eventos pelo planeta todo, inclusive fornecendo informações precisas com notícias confiáveis e dados sobre o evento em andamento!

Quer dar uma conferida? Basta clicar aqui!

Abaixo algumas imagens de acesso ao site!




sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Projeto "Brasil em maquetes"

O Brasil é um país de tamanho colossal, sendo o terceiro maior das Américas e o quinto do planeta em extensão territorial. Com o objetivo de reconhecer as características de cada uma das regiões geográficas de nossa nação, um desafio foi lançado - A representação através de maquetes, com ênfase em aspectos naturais, físicos e econômicos.

Os conceitos de território, paisagem, lugar, região e principalmente, espaço geográfico, estiveram presentes em todas as maquetes, enfatizando também a utilidade da escala, usada para manutenção da proporcionalidade entre as representações. Com liberdade, os alunos puderam (re)criar, adaptar e ilustrar traços marcantes de nosso país

As turmas responsáveis pela produção foram: 41, 42 e 43, do curso de magistério, os trabalhos foram orientados pelas disciplinas de Fundamentos Teóricos Metodológicos de Geografia, com a colaboração de outros professores. Desde já parabenizo aos alunos envolvidos, ressaltando que o comprometimento para o desenvolvimento das atividades foi essencial para a produção de ótimos resultados. 

Acompanhe mais detalhes nas fotos abaixo!
 
















quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Qual é o idioma mais falado do mundo?

Sem dúvidas alguma o idioma mais popular do planeta é o inglês, e por questões culturais este adquire uma importância cada vez maior. Mas afinal, como fica o ranking a nível global? O inglês oficialmente é o mais falado? Ou apenas um coringa em todos os cantos?

Segundo o site Babbel, de Portugal, o idioma chinês, denominado Mandarim, é o mais utilizado oficialmente, seguido no pódio pelo espanhol e em terceiro o inglês.

Sobre o Mandarim, o portal ressalta:

"Os números variam bastante – o site Ethnologue coloca o número de falantes nativos em cerca de 1,2 bilhões, desse total mais ou menos 1 bilhão de falam mandarim. Se você quer aprender um idioma que 1 a cada 6 pessoas no mundo falam, esse é para você.Mas atenção: o chinês é uma língua tonal e de ideogramas. Aprender isso pode tomar um pouco do seu tempo."
Sobre o inglês, aponta que:
"O inglês possui 360 milhões de falantes nativos e aproximadamente 500 milhões de pessoas que falam o idioma como segunda língua. Isso indica o sucesso extraordinário do inglês como a língua comum de negócios, viagens e relações internacionais. A relativa facilidade com que o inglês pode ser aprendido (especialmente se comparado com chinês) e o poder não tão sutil que a cultura norte-americana exerce são indicativos de que o inglês vai continuar a dominar o palco global. Para algumas pessoas, o idioma é ainda o símbolo de oportunidades e melhoria de qualidade de vida."
Quer saber mais sobre o tema? Clique aqui e visite o portal!
Os 10 idiomas mais falados no mundo
Fonte da imagem:https://pt.babbel.com/pt/magazine/os-10-idiomas-mais-falados-no-mundo/


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Lembra da Iugoslávia?

Se você lembra dos noticiários da década de 1990 vai com certeza rememorar a existência desta país chamado Iugoslávia, fruto da união de vários povos com rivalidades históricas que se acirraram ainda mais quando passaram a integrar um mesmo espaço (Ou tentaram).

Conhecendo o país:

Segundo o portal "Colaweb" A Federação Iugoslava originou-se após a Primeira Guerra Mundial, a partir de territórios que faziam parte dos Impérios Austro-Húngaro e Turco-Otomano. Apesar da balcanização étnica e religiosa, a Iugoslávia manteve-se unida após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Essa união deveu-se à influência e habilidade política de um líder socialista e carismático, o marechal Josip Broz Tito, que se destacou na luta contra os invasores nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Quais povos a integravam?

A Iugoslávia era formada por uma federação de repúblicas (Sérvia, Montenegro, Croácia, EslovêniaBósnia-Herzegovina e Macedônia) e por regiões autônomas (Voivodina e Kosovo). Dentre as repúblicas que integravam a Iugoslávia, a Sérvia era a mais poderosa, uma vez que controlava a maior parte das forças armadas e da economia do país.

Como se configura espacialmente a Iugoslávia?
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Repare no mapa acima a presença de vários povos, que na realidade se configuram como nações, com idioma, cultura e economia diversificada, uma verdadeira torre de babel em uma pequena esquina do mundo.

Como foi desintegrada?

Segundo o portal "Todo estudo" Até 1991, a Iugoslávia se manteve como uma federação socialista formada pelos seis países: Sérvia, Eslovênia, Croácia, Macedônia, Bósnia-Herzegovina e Montenegro.A mais forte e mais populosa dessas repúblicas era a Sérvia, cujos habitantes professam a religião cristã ortodoxa, em contraste com os bósnios, que são muçulmanos, e com aos croatas, católicos em sua maioria. A despeito dessas diferenças, a Iugoslávia permaneceu unificada durante várias décadas, sob a liderança do marechal Tito. Em 1980, porém, com a morte do líder, estabeleceu-se um sistema de rodízio de governo, pelo qual a Presidência do país passou a ser exercida, a cada ano, pelo representante de uma das repúblicas.

Como se está a configuração espacial?

Atualmente existem oficialmente 7 países que sucederam o Estado da Iugoslávia, contudo Kosovo ainda necessita de reconhecimento internacional, inclusive do Brasil. Kosovo é reconhecido por outros 110 países como independente.

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Quer saber mais sobre o tema? Acesse as referências abaixo!

segunda-feira, 5 de novembro de 2018

Geografia no ENEM 2018!


No dia 04 de novembro 5,5 milhões de estudantes compareceram ao primeiro dia de provas do ENEM, resolvendo questões de linguagens, humanas e a temida redação. mas e a Geografia, como se fez presente no exame?

Das 45 questões de Ciências Humanas, que preza pela interdisciplinaridade, separei 19 questões que são visivelmente mais conexas a Geografia. Destaco que do exame passado, a Geografia teve sua participação reduzida em pelo menos 4 questões, abrindo espaços para Sociologia, Filosofia e principalmente História ( 20 questões).

Abaixo uma breve explicação e a resposta que considerei correta!

Lembro que tive acesso ao caderno amarelo de provas, por isso a ordem pode variar conforme for o seu caderno (As questões são as mesmas).

Caderno amarelo:

Questão 46:Uma questão bem atual, envolvendo o mercado mundial. Das alternativas, apenas a letra "A" pode realmente completar o raciocínio proposto pelo texto!

Questão 48: Talvez a questão mais fácil de Geografia no ENEM 2018. Bastava ao candidato cruzar as informações contidas no gráfico. A questão da ampliação do escoamento está diretamente ligada as capas asfálticas e com a impermeabilização do solo.

Questão 50:Uma questão de resolução tranquila, bastava aqui ao candidato cruzar informações relacionadas aos biomas brasileiros. Salienta-se que o pré-texto é bastante elucidante, fornecendo bastante subsídio para a resolução.


Questão 53: Uma questão difícil, e constantemente debatida nos terceiros anos, a pobreza mundial. repare que a questão ganha um tom interdisciplinar, exigindo a condição de reflexão. Das alternativas apresentadas, a letra complementa melhor o que o autor associa a pobreza e seu acirramento.



Questão 54: Uma questão bem elaborada e ao mesmo tempo difícil. O conceito de fronteira é bastante mutável para a Geografia, principalmente em tempos de auge da globalização. Quanto aos textos, nos trazem uma ideia de seletividade, haja vista as ideias constantes de líderes de países desenvolvidos em erguer muralhas e impeditivos que propiciem o fluxo migratório livre.



Questão 55: Uma questão difícil, totalmente voltada para a Geografia Física. Tema abordado no primeiro ano de Ensino Médio, o clima sempre se faz presente no ENEM com questões bem elaboradas e que exigem do participante o seu máximo de concentração. A questão pode ser resolvida pela associação das imagens e pelo entendimento do anticiclone (Impede a formação de nuvens e por conta disso, precipitação).



Questão 57: Novamente uma questão difícil, remonta a ideia inicial do pensamento geográfico. No texto, torna-se evidente a Geografia tradicional, baseada em descrições físicas, com isso importante também para catalogações, interessante aos colonialistas - exploradores em sua maior parte.



Questão 64: Uma questão de resolução de nível mediano. Sempre que observa-se o papel da ONU, de antemão podemos constatar sua ação pacificadora. O pré-texto é enfático ao abordar questões territoriais com a expressão "em todos os lugares e em lugar nenhum". Neste caso, se encaixa melhor o processo de desterritorialização, elencado na letra "E".


Questão 68: Questão relacionando urbanização e redes. Sabe-se que este tema é recorrente para às Ciências Humanas no ENEM, neste caso, uma questão simples, em que após uma leitura do curto pré-texto, temos a constatação da articulação em redes, exigindo a concepção de multiescalas. 



Questão 71: Uma questão de nível fácil, bastava associar a imagem, retratando ciclones tropicais, com sua principal causa. As alternativas "A", "B" e "D" não fazem nenhum sentido. O candidato que escolheu a letra "E", pode de ter dado um chute razoável, contudo a resposta certa, a letra "C" é a correta, e já bastante conhecida pela constante difusão de informações relativas a estes fenômenos.



Questão 73: Uma questão tradicional em ENEM, espaço agrário brasileiro. Assim como a questão sobre precipitação, bastava uma boa interpretação do gráfico, e assim a associação com as alternativas. Lembrando que a utilização d emadeira de reflorestamento é constante em nosso país e essencial para vários segmentos econômicos.



Questão 78: Novamente uma questão de Geografia agrária, e desta vez relacionada a agricultura familiar. Diante do pré-texto, torna-se evidente a tentativa de se fortalecer a agricultura familiar, cada vez mais reduzida e em propriedades menos mecanizadas.



Questão 80: Uma questão de Geografia Física, ao passo do caso suscitado ser geopolítico. Subtende-se nos dois textos que o uso dos conhecimentos relativos a topografia servem, antes de tudo, para domínio espacial. Exceto pela letra "A" (Ainda assim sem muito sentido), o restante não contempla a exigência do comando proposto.


Questão 82: Uma questão envolvendo demografia, puramente inclusive. Nesta questão relatando o processo de diferentes relações familiares, temos uma pequena alusão à países europeus, constatação feita depois no comando. Para contemplar o fenômeno descrito no pré-texto, apenas a letra "B", deixando claro que as letras  "D" e "E" pregam justamente o contrário. Já  a letra "A" e "C" não são contempladas no pré-texto.


Questão 85:Questão de fácil resolução, trata-se de um tema corriqueiro, globalização. A individualização, e sobreposição social estão diretamente associados a letra "B", e o texto de apoio é bastante claro e até mesmo lógico. As outras alternativas não fazem muito sentido, principalmente pelas expressões presentes como "uma evidente degradação do ser para o ter".


Questão 87:Questão de pura interpretação, e a partir da leitura, fica evidente o papel antrópico na Amazônia, com ações de povos pré-colombianos. O  trecho "A domesticação de plantas na floresta começou há mais de 8.000 anos" deixa claro a ruptura com a ideia de ausência antrópica em sua constituição.


Questão 89: A ideia de subordinação fica evidente ao passo da indicação da presença da União Soviética em Cuba, com a existência de significativo apoio econômico. 



Questão 90: Abordagem cartográfica, o conceito de anamorfose não foi representativo nos últimos exames, e está associada a distorções para representação quantitativa. No contexto acima, vemos na letra "A" uma representação de terreno comum, na "B", curvas de nível, na "C", dados econômicos (Por isso a variação e superioridade americana" (Resposta correta). Na letra D apenas a representação de vegetação e na "E" um mapa comum de vias.