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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

As transformações geográficas advindas das Guerras mundiais

As Guerras Mundiais foram eventos capazes de estremecer a estrutura da organização do espaço mundial, sendo a primeira delas, ocorrida entre o período de 1914 e 1918, com pelo menos 10 milhões de mortes e outros 30 milhões diretamente afetados. A Segunda Guerra Mundial não foi diferente, trouxe consigo o sentimento de revanche, e um reflexo de lideranças nacionalistas, com a ascensão do Fascismo e do Nazismo, doutrinas cujo objetivo central norteava-se na construção de regimes totalitários e capazes de expandir seus territórios e riquezas, controlando e anexando o maior número de países tidos como inimigos.

Sobre este tema, deixo abaixo alguns vídeos e indicações, é bastante relevante compreendermos que a Geografia foi fortemente influenciada pelas Guerras, sendo uma ciência fundamental para o desenvolvimento do viés estratégico dos conflitos já citado!

Há, além disso, a indicação de alguns filmes fabulosos sobre o tema, sendo que a Segunda Guerra Mundial foi amplamente registrada pela sétima arte, fato comprovado pelas inúmeras obras de qualidade produzidas pelo menos 50 anos após o cessar fogo do conflito.

Lista de links de indicações de filmes (incluindo o porquê vê-los):

Alguns vídeos sobre temas relacionados a Primeira Guerra Mundial e Segunda Guerra Mundial:


sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Crescimento populacional - Nível mundial

Olá, pessoal!

Deixo abaixo os slides utilizados em sala de aula referente a esta temática, bem como o vídeo exibido na nosso última aula! Interessante lembrar que a população mundial deverá atingir seu ápice por volta de 2050.
















terça-feira, 12 de fevereiro de 2019

O mercantilismo, a doutrina econômica do século XVIII

Um tema que aparece constantemente em vestibulares e no próprio ENEM está ligado à doutrina econômica que predominou na Europa no século XVIII, embasada na expansão de negócios por meio do metalismo, balança comercial favorável, protecionismo estatal, pirataria e aumento do poderio naval.

Sobre a definição do termo:

Este termo se refere à política econômica dos reinos europeus absolutistas. O mercantilismo tem três características centrais: intervenção do Estado, metalismo e colonialismo. Os principais nomes desta política são: Jean-Baptiste Colbert (1619 - 83), ministro das Finanças do rei Luís XIV (1638 - 1715), Thomas Mun (1571 - 1641), diretor da Companhia das Índias Orientais, e Antonio Serra (c. 1550 – c. 1600), economista e filósofo italiano.

Como surgiu e foi constituído:

O surgimento do mercantilismo, enquanto conjunto de práticas econômicas está diretamente ligado ao fim do feudalismo e à formação dos Estados Nacionais Modernos. Por Estado Nacional Moderno, entende-se o conjunto de nações surgidas durante o processo de centralização do poder na figura do rei.

Além do exposto, outras contribuições são relevantes sobre o tema, referentes às suas características principais:

·  Controle estatal da economia – os reis com o apoio da burguesia mercantil foram assumindo o controle da economia nacional, visando fortalecer ainda mais o poder central e obter os recursos necessários para expandir o comércio. Dessa forma o controle estatal da economia tornou-se a base do mercantilismo;
·   Balança comercial favorável – consistia na ideia de que a riqueza de uma nação estava associada a sua capacidade de exportar mais do que importar. Para que as exportações superassem sempre as importações (superávit), era necessário que o Estado se ocupasse com o aumento da produção e com a busca de mercados externos para a venda dos seus produtos;
·  Monopólio – controladores da economia, os governos interessados numa rápida acumulação de capital, estabeleceram monopólio sobre as atividades mercantis e manufatureiras, tanto na metrópole como nas colônias. Donos do monopólio, o Estado o transferia para a burguesia metropolitana por pagamento em dinheiro. A burguesia favorecida pela concessão exclusiva comprava pelo preço mais baixo o que os colonos produziam e vendiam pelo preço mais alto tudo o que os colonos necessitavam. Dessa forma, a economia colonial funcionava como um complemento da economia da metrópole;
·   Protecionismo – era realizado através de barreiras alfandegárias, com o aumento das tarifas, que elevava os preços dos produtos importados, e também através da proibição de se exportar matérias-primas que favorecessem o crescimento industrial do país concorrente;
·   Ideal metalista – os mercantilistas defendiam a ideia de que a riqueza de um país era medida pela quantidade de ouro e prata que possuíssem. Na prática essa ideia provou não ser verdadeira.



Principais objetivos de sua política:

A política econômica mercantilista estava voltada para três objetivos principais: o desenvolvimento da indústria, o crescimento do comércio e a expansão do poderio naval. Para incentivar o desenvolvimento da Indústria, o governo concedia a grupos particulares o monopólio de determinados ramos da produção ou criava as manufaturas do Estado. A meta era a obtenção da autossuficiência econômica e a produção de excedentes exportáveis. 

O crescimento do comércio era Incentivado através da criação de grandes companhias comerciais, como a Companhia das Índias Ocidentais e a Companhia das índias Orientais e da organização de vastos Impérios coloniais. O comércio entre metrópole e colônia era regulado pelo pacto colonial, baseado num sistema de monopólio comerciei também chamado de exclusivo metropolitano. A metrópole adquiria da colônia produtos tropicais e exportava para estes artigos manufaturados, obtendo, naturalmente, sempre uma balança de comércio favorável. 

A expansão do poderio naval era essencial para garantir as comunicações marítimas entre as metrópoles europeias e seus Impérios coloniais assim como para a redução do comércio em escala mundial. No século XV, Portugal exerceu a supremacia naval; no século XVI esta passou à Espanha; no século seguinte, à Holanda; e finalmente no século XVIII a Inglaterra tornou-se a “rainha dos mares”.



Fonte de pesquisa:
https://www.todamateria.com.br/mercantilismo/
https://www.infoescola.com/economia/mercantilismo/
https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-e-mercantilismo.htm
http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=746

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

[SÉRIE] Países que surgiram após a dissolução da URSS - Capítulo 1: Estônia

Todos sabemos que o ano de 1991 é marcado por um fato histórico bastante contundente em termos geopolíticos, "A dissolução da URSS - União das Repúblicas Socialistas Soviéticas". Depois que Mikhail Gorbachev renunciou, Boris Iéltsin assumiu o poder, e a partir deste momento oficialmente as nações conquistam sua independência, formando logo em seguida a "Comunidade do Estados Independentes - CEI".

Depois de contextualizar tudo isso, percebe-se que o grande objetivo desta postagem é entender como cada um destes 15 países, independentes após 1991 se encontram atualmente, bem como suas principais características.

Alguns naturalmente são muito conhecidos, como a própria Rússia, sede do último mundial de futebol, e popularmente conhecida por herdar os mais variados aspectos da União Soviética, como a tradicional rivalidade com os Estados Unidos.

Mas e sobre a Estônia?
Alguns dados gerais sobre este país:

Nome Oficial: República da Estônia
Área: 45.227 km²
Capital: Tallinn
População: 1,42 milhão de habitantes (estimativa 2018)
Governo: República com forma mista de governo
Divisão administrativa: 15 condados

GEOGRAFIA:
ContinenteEuropa (região nordeste do continente)
Cidades Principais: Tallinn, Tartu, Narva, Pärnu e Kallaste.
Clima: temperado continentalDensidade demográfica: 31 hab./km² (estimativa 2016)
Fuso horário: UTC+2

DADOS CULTURAIS E SOCIAIS:

Composição da População: estonianos (62%), russos (30%), ucranianos (3%), bielo-russos (1,8%), finlandeses (1,1%) e outros (2,1%) 
Idioma: estoniano (oficial) e russo.
Religiões principais:  cristianismo (cerca de 65% da população).
IDH: 0,871 (Pnud 2017) - índice de desenvolvimento humano muito elevado.
Expectativa de vida ano nascer: 77,7 anos (Pnud 2017).

PRINCIPAIS DADOS DA ECONOMIA ESTONIANA:

PIB (Produto Interno Bruto): US$ 30,82 bilhões (estimativa 2018)
PIB per Capita: US$ 23.610 (estimativa 2018)
Força de trabalho: 7125 mil trabalhadores ativos (estimativa 2018)
Moeda: Euro - (símbolo €)

Algumas curiosidades e características importantes:
  • O idioma oficial do país é o estoniano, língua próxima do finlandês, com influências do alemão. Durante a era soviética, o russo foi ensinado compulsoriamente nas escolas, e hoje é a segunda língua do país.
  • Depois da independência, sem dinheiro e sem recursos naturais, o país decidiu investir em tecnologia.
  • Em 2000, apenas 29% da população tinha acesso à internet. Em 2016, esse número chegou a 91,4%, graças a esforços do poder público e grupos privados.
  • Hoje, 99% dos serviços públicos estão disponíveis pela internet, o que faz o país ser chamado de "e-Estônia".
  • Os estonianos usam um cartão de identificação com chip que substitui o documento de identidade, a carteira de motorista, o vale-transporte, o crachá e permite acessar serviços públicos, assinar documentos digitais, fazer transações.
  • Um terço dos eleitores do país votou pela internet nas últimas eleições, sendo que 23% deles usaram o celular.
  • A presença física dos cidadãos em órgãos públicos só é exigida para quem vai se casar, se divorciar ou transferir imóveis.
  • Segundo o Instituto Gallup, os estonianos são o povo menos religioso do mundo. Apenas 16% da população considera que a religião desempenha um papel importante em suas vidas.
Abaixo um mapa com a localização da capital da Estônia, Tallinn

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

IDH: Qual a situação atual do Brasil?

O Brasil jamais esteve despontando a lista idealizada pelo PNUD, e fomentada por dados compilados por vários programas/agências reguladas pela ONU. Segundo os dados mais recentes, divulgados ainda neste ano de 2018, o Brasil ocupa uma nada honrosa colocação, 79º! 

Tal colocação nos alça a um grupo de países com o Índice de Desenvolvimento Humano considerado "Alto desenvolvimento humano", e está estagnado em tal posição, sem movimentação efetiva nos últimos 5 anos. Apesar do reconhecimento das políticas de distribuição de renda e acesso efetivo a educação e saúde, fica fácil de se imaginar que muito ainda deve ser feito em nosso país!

Lembrando que os três pilares para a composição deste indicador são: Educação, renda per capita e longevidade (Saúde).

Mas quem são os grandes líderes deste ranking?

Países que estão classificados como "Muito alto desenvolvimento humano"
1) Noruega - 0.953 
2) Suíça - 0.944 
3) Austrália - 0.939 
4) Irlanda - 0.938 
5) Alemanha - 0.936 
6) Islândia - 0.935 
7) Hong Kong - 0.933 
8) Suécia - 0.933 
9) Singapura - 0.932 
10) Holanda - 0.931 

Países cujas características se assemelham ao Brasil:

75) Granada - 0.772 
76) Sri Lanka - 0.770 
77) Bósnia e Herzegovina - 0.768 
78) Venezuela - 0.761 
79) Brasil - 0.759 
80)  Azerbaijão - 0.757 
80)  Líbano - 0.757 7
80)  Macedônia - 0.757 

Da posição 113 até o fim, posição 189, se encontram os países com "Médio ou baixo desenvolvimento humano".

Os países que possuem os mais baixos índices são:
180) Moçambique - 0.437 
181) Libéria - 0.435 
182) Mali - 0.427 
183) Burkina Faso - 0.423 
184) Serra Leoa - 0.419 
185) Burundi - 0.417 
186) Chade - 0.404 
187) Sudão do Sul - 0.388 
188) República Centro-Africana - 0.367 
189) Níger - 0,354


Veja mais em detalhes em:

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

[Projeto] Patrimônio Histórico: (Re) Conhecendo Criciúma

Identificação
Professor EJA: Lucas Cechinel da Rosa
Supervisora de educação: Simone Bez Birollo Barreto
Área: Ciências Humanas e suas Tecnologias
Cronologia: 6 semanas.

  • Objetivo geral do projeto:
  • Compreender a história de Criciúma mediante o reconhecimento de elementos que fazem parte do patrimônio histórico do município.
  • Objetivo geral do projeto:
  • Analisar o contexto histórico-geográfico de Criciúma ante patrimônios históricos previamente selecionados;
  • Reconhecer elementos históricos-geográficos que dinamizaram a evolução do município;
  • Relacionar pesquisas recursos audiovisuais e tecnologias informacionais ao processo de ensino-aprendizagem. 
Contextualização:

O projeto “Patrimônio histórico (re) conhecendo Criciúma”, foi desenvolvido pela turma PE02, vinculada à EJA Profissionalizante. Mediante a constante necessidade de revisitarmos o conceito de patrimônio histórico, e ante aos compromissos da instituição com a formação cidadã crítica, os alunos da turma PE02 foram estimulado a investigar a realidade de locais/monumentos históricos tombados presentes no município de Criciúma.

Articulados em cinco grupos, os alunos investigaram patrimônios cruciais para o entendimento da história de Criciúma. A gruta de Nossa Senhora de Lourdes, Museu Augusto Casagrande, Monumento ao Mineiro, Igreja São Paulo Apóstolo e Mina de visitação Octávio Fontana.

Dentre algumas missões dos estudantes, destaca-se a necessidade de (re) conhecer o local escolhido, principalmente por parecem invisíveis para a maioria devido ao excesso de atividades cotidianas. Neste momento, de escolha do âmbito de trabalho, percebe-se o quão nosso lugar pode ser desconhecido aos nossos próprios olhos.

Através de quatro grandes missões, os estudantes visitaram o local, fizeram fotos, gravaram vídeos incentivando a visitação e por fim, alimentaram blogs temáticos, além de construírem, sob orientação do professor, um documentário com a reunião de todas as ações promovidas, bem como um imenso painel, socializadas entre os colegas, com valorosa troca de experiências.

Artefatos e produções:
Foram produzidos pelos estudantes durante o percurso formativo da disciplina os seguintes artefatos:


  •     Fotografias – Através de visita in loco;
  •     Confira as fotos em: https://photos.app.goo.gl/TXDSWiG1ych52QQSA
  •        Recursos audiovisuais – Durante execução de entrevistas;
  •    Weblog – Com o objetivo de efetivar um laço de proximidade com o local/monumento escolhido;
Conheça mais clicando nos links abaixo!



  •         Documentário – Através das imagens, vídeos e descrições produzidas pelos grupos;
1.    Conheça o documentário dom material coletado dos estudantes! https://www.youtube.com/watch?v=QaVkmoHq0gs&t=22s


  •     Painel – Resultando em uma mostra visual, socializada no último encontro.
1.    Confira as fotos em: https://photos.app.goo.gl/3PMS91ZCUyfEKTNR7

Referências utilizadas:

AZEVEDO, Aroldo de. Brasil a terra e o homem. São Paulo: Nacional, 1964-1970. v. 2
BRAGA, Marco; GUERRA, Andréia; REIS, José Cláudio. . Breve história da ciência moderna, volume 1 : convergência de saberes. 2. ed Rio de Janeiro: J. Zahar, c2006. 101p.
SANTOS, Milton. . Da totalidade ao lugar. São Paulo: EDUSP, 2005. 170p.
SANTOS, Milton. A natureza do espaço técnica e tempo, razão e emoção. 2 ed. São Paulo: Hucitec, 1997. 308 p.
SERVIÇO SOCIAL DA INDÚSTRIA. Departamento Regional da Bahia. Ensino Fundamental de Jovens e Adultos no contexto da indústria da Construção Civil, 2º segmento: caderno do aluno/ Serviço Social da Indústria. Salvador, 2009.225.il. (Série educação para a Nova Indústria Elevação da Escolaridade na Indústria).
SOUZA, Maria Adelia de; SANTOS, Milton. A construção do espaço. São Paulo: Ed. Nobel, 1986. 149 p.
VIANNA, Hélio. História do Brasil: período colonial: monarquia e república. 12 ed. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1975. 668 p.


segunda-feira, 26 de novembro de 2018

Você conhece o Google Earth?

O programa Google Earth foi lançado no longínquo ano de 2001, porém adquiriu maior popularidade a partir da popularização das técnicas que envolvem o sensoriamento remoto. O software passou por inúmeras versões, incluindo a pro, disponibilizada a poucos anos, com imagens exclusivas e um rico menu de navegação.

Quem possui um celular com sistema Android, deve conhecer seu ícone, já presente como um aplicativo, muito pesado, mas que fornece uma experiência fantástica. Atualmente, todos que possuem uma conta Google acessam facilmente o aplicativo, que está cada vez mais completo e com utilidade ainda mais prescritivas, não impedindo a utilização em sala de aula como uma ferramenta pedagógica.

Lembrando que a família "Earth" ainda deve continuar crescendo, com os inúmeros produtos que se tornam adjacentes ao elemento principal. Fica evidente também, que as imagens estão cada vez mais atualizadas, perfazendo uma demanda vinda da NASA, com contribuições espontâneas de alguns países, mediante o uso de satélites artificiais.

Algumas imagens fascinantes captadas pelo software!
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Vamos a marte ou Lua?
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sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Como monitorar terremotos?

Os terremotos são eventos imprevisíveis, pelo menos para o que temos de geotecnologias atuais, e apesar da existência de inovações constantes neste segmento, é difícil se imaginar, ao menos num futuro próximo, como podemos nos "Defender" destes eventos extremos.

Pois bem, aliando o monitoramento de atividades vulcânicas e sísmicas, temos o site "Painel global", que mostra em tempo real eventos pelo planeta todo, inclusive fornecendo informações precisas com notícias confiáveis e dados sobre o evento em andamento!

Quer dar uma conferida? Basta clicar aqui!

Abaixo algumas imagens de acesso ao site!




sexta-feira, 9 de novembro de 2018

Projeto "Brasil em maquetes"

O Brasil é um país de tamanho colossal, sendo o terceiro maior das Américas e o quinto do planeta em extensão territorial. Com o objetivo de reconhecer as características de cada uma das regiões geográficas de nossa nação, um desafio foi lançado - A representação através de maquetes, com ênfase em aspectos naturais, físicos e econômicos.

Os conceitos de território, paisagem, lugar, região e principalmente, espaço geográfico, estiveram presentes em todas as maquetes, enfatizando também a utilidade da escala, usada para manutenção da proporcionalidade entre as representações. Com liberdade, os alunos puderam (re)criar, adaptar e ilustrar traços marcantes de nosso país

As turmas responsáveis pela produção foram: 41, 42 e 43, do curso de magistério, os trabalhos foram orientados pelas disciplinas de Fundamentos Teóricos Metodológicos de Geografia, com a colaboração de outros professores. Desde já parabenizo aos alunos envolvidos, ressaltando que o comprometimento para o desenvolvimento das atividades foi essencial para a produção de ótimos resultados. 

Acompanhe mais detalhes nas fotos abaixo!
 
















quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Qual é o idioma mais falado do mundo?

Sem dúvidas alguma o idioma mais popular do planeta é o inglês, e por questões culturais este adquire uma importância cada vez maior. Mas afinal, como fica o ranking a nível global? O inglês oficialmente é o mais falado? Ou apenas um coringa em todos os cantos?

Segundo o site Babbel, de Portugal, o idioma chinês, denominado Mandarim, é o mais utilizado oficialmente, seguido no pódio pelo espanhol e em terceiro o inglês.

Sobre o Mandarim, o portal ressalta:

"Os números variam bastante – o site Ethnologue coloca o número de falantes nativos em cerca de 1,2 bilhões, desse total mais ou menos 1 bilhão de falam mandarim. Se você quer aprender um idioma que 1 a cada 6 pessoas no mundo falam, esse é para você.Mas atenção: o chinês é uma língua tonal e de ideogramas. Aprender isso pode tomar um pouco do seu tempo."
Sobre o inglês, aponta que:
"O inglês possui 360 milhões de falantes nativos e aproximadamente 500 milhões de pessoas que falam o idioma como segunda língua. Isso indica o sucesso extraordinário do inglês como a língua comum de negócios, viagens e relações internacionais. A relativa facilidade com que o inglês pode ser aprendido (especialmente se comparado com chinês) e o poder não tão sutil que a cultura norte-americana exerce são indicativos de que o inglês vai continuar a dominar o palco global. Para algumas pessoas, o idioma é ainda o símbolo de oportunidades e melhoria de qualidade de vida."
Quer saber mais sobre o tema? Clique aqui e visite o portal!
Os 10 idiomas mais falados no mundo
Fonte da imagem:https://pt.babbel.com/pt/magazine/os-10-idiomas-mais-falados-no-mundo/


terça-feira, 6 de novembro de 2018

Lembra da Iugoslávia?

Se você lembra dos noticiários da década de 1990 vai com certeza rememorar a existência desta país chamado Iugoslávia, fruto da união de vários povos com rivalidades históricas que se acirraram ainda mais quando passaram a integrar um mesmo espaço (Ou tentaram).

Conhecendo o país:

Segundo o portal "Colaweb" A Federação Iugoslava originou-se após a Primeira Guerra Mundial, a partir de territórios que faziam parte dos Impérios Austro-Húngaro e Turco-Otomano. Apesar da balcanização étnica e religiosa, a Iugoslávia manteve-se unida após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Essa união deveu-se à influência e habilidade política de um líder socialista e carismático, o marechal Josip Broz Tito, que se destacou na luta contra os invasores nazistas durante a Segunda Guerra Mundial.

Quais povos a integravam?

A Iugoslávia era formada por uma federação de repúblicas (Sérvia, Montenegro, Croácia, EslovêniaBósnia-Herzegovina e Macedônia) e por regiões autônomas (Voivodina e Kosovo). Dentre as repúblicas que integravam a Iugoslávia, a Sérvia era a mais poderosa, uma vez que controlava a maior parte das forças armadas e da economia do país.

Como se configura espacialmente a Iugoslávia?
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Repare no mapa acima a presença de vários povos, que na realidade se configuram como nações, com idioma, cultura e economia diversificada, uma verdadeira torre de babel em uma pequena esquina do mundo.

Como foi desintegrada?

Segundo o portal "Todo estudo" Até 1991, a Iugoslávia se manteve como uma federação socialista formada pelos seis países: Sérvia, Eslovênia, Croácia, Macedônia, Bósnia-Herzegovina e Montenegro.A mais forte e mais populosa dessas repúblicas era a Sérvia, cujos habitantes professam a religião cristã ortodoxa, em contraste com os bósnios, que são muçulmanos, e com aos croatas, católicos em sua maioria. A despeito dessas diferenças, a Iugoslávia permaneceu unificada durante várias décadas, sob a liderança do marechal Tito. Em 1980, porém, com a morte do líder, estabeleceu-se um sistema de rodízio de governo, pelo qual a Presidência do país passou a ser exercida, a cada ano, pelo representante de uma das repúblicas.

Como se está a configuração espacial?

Atualmente existem oficialmente 7 países que sucederam o Estado da Iugoslávia, contudo Kosovo ainda necessita de reconhecimento internacional, inclusive do Brasil. Kosovo é reconhecido por outros 110 países como independente.

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Quer saber mais sobre o tema? Acesse as referências abaixo!