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sexta-feira, 8 de março de 2019

Os movimentos da Terra!

Com a proximidade do período de avaliações, se faz necessário revisar alguns itens referentes ao movimentos da Terra! Para tornar esta revisão movimentada, além dos slides exibidos em sala de aula, deixo aqui algumas definições retiradas de alguns sites confiáveis, e devidamente referenciados ao fim  da postagem!

Há, também registro um vídeo sobre Solstícios e Equinócios, gravei em 2018, também pode dar uma ajuda! 


Rotação

Rotação é o movimento onde a Terra gira em torno de seu próprio eixo. Esse movimento acontece no sentido anti-horário e dura exatamente 23 horas 56 minutos 4 segundos e 9 centésimos para ser concluído, sendo o responsável por termos o dia e a noite.
Quando um lado do planeta está para o lado do sol, é dia, e, consequentemente, do lado oposto é noite. Sem o movimento da Rotação não haveria vida na Terra, já que este movimento desempenha um papel fundamental no equilíbrio de temperatura e composição química da atmosfera.
O movimento de rotação da Terra ocorre de oeste para leste, ou seja, a porção Leste vê o nascer do sol primeiro que o Oeste. Como exemplo podemos citar o Brasil e o Japão, onde a diferença de fusos horários é exatamente 12 horas. Deste modo, quando no Japão são 6h da manhã, no Brasil são 6h da tarde.

Translação 
É o movimento elíptico que a Terra executa ao redor do sol, com uma duração de 365 dias, 5 horas e 48 minutos em uma velocidade de 107.000 km/h. Quando a Terra termina uma volta completa em relação ao sol, dizemos que se passou um ano. A principal consequência desse movimento é a origem das estações do ano, que ocorrem pelo fato de o eixo do planeta apresentar uma inclinação de 23º27', ocasionando a sucessão dos solstícios e dos equinócios.
O movimento de translação também é chamado de revolução.

Movimento de translação terrestre
Além desses dois movimentos principais, a Terra possui outros três importantes movimentos que não possuem uma influência muito notória sobre a humanidade, mas que são importantes por originarem outros movimentos. Essas variações são a precessão, a nutação e o deslocamento do periélio.
precessão – ou precessão dos equinócios – é o movimento giratório realizado pela projeção de eixo de rotação terrestre no sentido horário, com uma duração cíclica de 25.770 anos. A principal consequência é a antecipação dos equinócios e a mudança da posição aparente dos astros celestes no céu.
nutação é uma pequena variação periódica no eixo rotacional terrestre que ocorre a cada 18,6 anos em função da influência da gravidade da Lua sobre a Terra. Não há consequências relevantes.
deslocamento do periélio é a variação da órbita terrestre ao redor do sol. Como sabemos, o periélio é o ponto da órbita em que o planeta encontra-se mais próximo ao corpo solar. Assim, essa diferença varia ao longo do tempo em função da influência da órbita de outros planetas, com uma repetição cíclica de 21 mil anos.
























Sites Utilizados:

quinta-feira, 7 de março de 2019

Espaçonave Terra! Já ouviu falar desta série?

Que tal viajar em uma série capaz de desvendar os mistérios envolvendo os acontecimentos astronômicos decorrentes em um ano? Sim, há uma série, já bastante antiga, da Fantome, empresa francesa, capaz de surpreender qualquer amante de astronomia!

Um breve release disponibilizado pela USP:

Espaçonave Terra (Tous Sur Orbite, no original francês) é uma série de televisão produzida na França cuja proposta é de, através de animação computadorizada, acompanhar a trajetória do planeta Terra durante uma translação ao longo das 52 semanas, ou seja, de um ano terrestre. No Brasil, a série foi exibida pela TV Escola. Como o programa é Europeu, é fato que as demonstrações feitas neste programa é em função do hemisfério norte!

Descrição da série:

A proposta desta série, realizada em animação computadorizada, é acompanhar a trajetória do planeta durante uma translação completa, ou seja, um ano. Relacionando movimentos celestes com o nosso dia-a-dia, como por exemplo, a relação da luz solar com as estações do ano e a relação das fases da lua com o fenômeno das marés,calendário Juliano e Gregoriano,ano bissexto, etc. Esta série contém 52 episódios, cada um representa o céu observado em uma semana. Este programa foi feito com observações do ano de 1997.

Disponível em: 

O melhor de tudo isso, é acompanhar esta fabulosa série pelo youtube, com episódios leves, não ultrapassando os 10 minutos.

Semana 01! Essencial!

sexta-feira, 1 de março de 2019

Dinâmica populacional brasileira


Produzido a partir de: 

A população brasileira passou por intensas transformações nas últimas décadas, inclusive oscilando muito em termos de crescimento, com seu ápice entre 1940 e 1960. Atualmente as taxas de crescimento mostram-se estáveis, com uma população cada vez mais velha, com aumento exponencial da expectativa de vida, devido as melhores condições sanitárias e acesso à saúde.

Em razão do constante aumento populacional ocorrido no Brasil, principalmente a partir da década de 1960, intensificando-se nas últimas décadas, o país ocupa hoje a quinta posição dos países mais populosos do planeta, ficando atrás apenas da China, Índia, Estados Unidos e Indonésia. De acordo com dados do Censo Demográfico de 2010, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a população brasileira atingiu a marca de 190.755.799 habitantes.

crescimento populacional de um determinado território ocorre através de dois fatores: a migração e o crescimento vegetativo, esse último é a relação entre as taxas de natalidade e as de mortalidade. Quando a taxa de natalidade é maior que a de mortalidade, tem-se um crescimento vegetativo positivo; caso contrário, o crescimento é negativo; e quando as duas taxas são equivalentes, o crescimento vegetativo é nulo.

No Brasil, o crescimento vegetativo é o principal responsável pelo aumento populacional, já que os fluxos migratórios ocorreram de forma mais intensa entre 1800 e 1950. Nesse período, a população brasileira totalizava 51.944,397 habitantes, bem longe dos atuais 190.755.799. 


Tabela obtida a partir de informações do IBGE.

Nos últimos 50 anos houve uma explosão demográfica no território brasileiro, o país teve um aumento de aproximadamente 130 milhões de pessoas. No curto período de 1991 a 2005, a população brasileira teve um crescimento próximo a 38 milhões de indivíduos. No entanto, acompanhando uma tendência mundial, o crescimento demográfico brasileiro vem sofrendo reduções nos últimos anos. A população continuará aumentando, porém as porcentagens de crescimento estão despencando.

A urbanização, a queda da fecundidade da mulher, o planejamento familiar, a utilização de métodos de prevenção à gravidez, a mudança ideológica da população são todos fatores que contribuem para a redução do crescimento populacional.

Nos anos de 1960, as mulheres brasileiras tinham uma média de 6,3 filhos, atualmente essa média é de 2,3 filhos, que está abaixo da média mundial, que é de 2,6.
Conforme estimativas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística  (IBGE), em 2050, a população brasileira será de aproximadamente 259,8 milhões de pessoas, nesse mesmo ano a taxa de crescimento vegetativo será de 0,24, bem diferente da década de 1950, que apresentou taxa de crescimento vegetativo positivo de 2,40%.
Apesar dessa queda brusca no crescimento vegetativo, a população brasileira não irá reduzir rapidamente, pois a expectativa de vida está aumentando, em virtude do desenvolvimento de novas tecnologias medicinais, além de cuidados e preocupação com a saúde, o que não ocorria com tanta frequência nas décadas anteriores. Ocorrerá, sim, o envelhecimento da população.
Sobre o povoamento no território brasileiro:
Em consequência dos processos de povoamento e sua relação com as atividades econômicas predominantes no decorrer da história do país, temos uma distribuição da população bastante irregular. A densidade demográfica do Brasil varia muito de uma região para a outra e de um estado para o outro.

A quantidade de habitantes por quilômetro quadrado (hab/km²) nos estados da Região Norte é inferior a 6 indivíduos, enquanto nos estados mais industrializados e urbanizados como os da Região Sudeste encontramos densidades demográficas superiores a 360 habitantes por quilômetro quadrado. É o caso do estado do Rio de Janeiro que possui população relativa de 365,23 hab/km² de acordo com dados do Censo 2010.