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domingo, 20 de setembro de 2020

Material de Leitura – Introdução ao Império Bizantino

 

Material de Leitura – Introdução ao Império Bizantino

 


Império Bizantino – Material de leitura – 1º ano - Não há necessidade de devolver, cole em seu caderno e use para estudar!

 

Objetivo central: Identificar questões sociais e estruturais que envolvem o Império Bizantino.

 

Olá, pessoal!

Importante que o texto desta semana deixado pelo professor seja utilizado para acompanhar a linha de raciocínio do conteúdo abaixo! Boa sorte, e lembre de deixar o material colado em seu caderno!

 

Sites confiáveis utilizados para elaboração deste texto e para pesquisa:

www.webgeo.net.br

https://www.infoescola.com/idade-media/imperio-bizantino/

Império Bizantino


Durante um longo período o Império Romano agonizou. Invasões bárbaras, saques e má gestão levaram o Império ao colapso. Por outro lado, é neste período também que, na tentativa de minimizar os efeitos da crise e manter o Império, propõe-se a separação do Império em dois: o do Oriente e o do Ocidente. É este contexto que se dá início ao processo de declínio do Império Romano, que se desintegrou em 476, marcando não apenas o fim do Império do Romano do Ocidente, mas também o período histórico que chamamos costumeiramente de Idade Antiga.

No entanto, o Império Romano do Oriente sobreviveu (atualmente chamado de Império Bizantino), até o ano de 1453, ano de sua queda. O período situado entre a queda do Império Romano do Ocidente e a queda do Império Romano do Oriente é o que conhecemos por Idade Média. Foi também neste período que ocorreu uma difusão e maior adesão ao cristianismo, inicialmente entre os componentes das classes mais pobres da população, mas chegando também às elites romanas.

A palavra medieval carrega consigo um conjunto de representações e estereótipos negativos, usualmente associando o período a uma “idade das trevas”. O termo idade média também pode passar uma interpretação equivocada, parecendo ser o período localizado no meio de acontecimentos importantes. Como se pode perceber, a história da Idade Medieval está diretamente relacionada ao Império Romano e seu declínio, no ocidente e no oriente. O intervalo de tempo entre os dois acontecimentos, de 476 a 1453, também é bastante significativo: são mil anos de experiências partilhadas entre homens e mulheres comuns. Não é possível, portanto, negligenciar os estereotipar este período da História da humanidade. Essa visão que temos sobre a divisão dos períodos da história faz parte de uma visão clássica sobre a própria constituição da história, fomentada pelos estudiosos europeus. Muitas vezes, e em muitos casos, essas divisões temporais fazem pouco sentido em outros países, como o Brasil.

Assim, ainda que a queda do Império Romano do Ocidente tenha sido fatal para eles, a sobrevivência do Império Romano do Oriente foi expressiva. Isso se deu porque havia outra configuração e outros jogos políticos no oriente, diferentes das despesas e necessidades do Império Romano do Ocidente. O povo do oriente enfrentou poucas ameaças de bárbaros, passando a viver um período de estabilidade e prosperidade. Formado na tentativa de salvar o Império Romano do Ocidente, em plena divisão do Império Romano no século IV, o Império Romano do Oriente manteve a continuidade da cultura romana cristã e boa parte da cultura grega. Tendo a capital localizada em Bizâncio, que mais tarde teria sido batizada de Constantinopla, a cidade de Constantino, esta cidade protagonizou inúmeros encontros entre povos e culturas. Entre os povos que ali se encontravam estavam os gregos, os egípcios, os sírios, os semitas e os eslavos. Um dos pontos principais eram as rotas comerciais que por ali passavam trazendo produtos dos mais variados tipos, tais como ouro, marfim, trigo, mel, pimenta, porcelanas, canela entre outros. Por volta do ano 1000 a cidade chegou a ter uma população de quase 1 milhão de habitantes e chegou a ser a cidade mais rica de toda a Europa. Nos dias de hoje ocupa o território de Constantinopla a cidade de Istambul, na Turquia.

A cidade repleta de edificações majestosas, como a Basílica de Santa Sofia, era cercada por uma muralha dupla que desempenhava muito bem o papel de proteção para aqueles que ali viviam. O cristianismo ali teve grande aceitação, e a cidade foi palco de atrações religiosas, como as relíquias que os cristãos da época acreditavam ter pertencido aos protagonistas da religião, tais como o sangue sagrado, os cravos da coroa de cristo e até mesmo as suas sandálias estavam na cidade para a apreciação dos devotos.

 

Religião e governo

 

Representados como santos, os imperadores bizantinos tinham o poder sobre o Estado, o exército e a Igreja, e eram tratados com os próprios representantes de Deus na Terra. Como haviam várias culturas que compunham o Estado havia necessidade de se respeitar as várias nacionalidades e para isso era necessário um modelo administrativo bem estabelecido. Desta forma escolheram a religião para dar unidade, pois acreditavam ser Deus aquele que dava unidade divina, e ao imperador caberia dar a unidade terrestre. Um dos imperadores de maior sucesso foi Justiniano, que governo o Império Bizantino ao longo do século VI ao lado de Teodora, sua esposa que era muito atuante na política. Como medidas de Teodora, ocorreram as recuperações de territórios antes ocupados pelos povos bárbaros, a construção de estradas e a retomada do comércio no mar Mediterrâneo. O território bizantino neste período retomou boa parte do Império Romano do Ocidente, dominando a península Itálica, o norte da África, o sul da península Ibérica, além do seu território no oriente. A expansão territorial foi um dos principais objetivos do governo de Justiniano. O marco desse período foi a construção da basílica de Santa Sofia e o Código Justiniano, que ampliou novas leis baseadas no antigo direito romano substituindo o latim pelo grego como língua oficial.

 

Sociedade no Império Bizantino

 

Os bizantinos eram divididos socialmente em grandes proprietários de terras, altos funcionários públicos, comerciantes, artesãos e um pequeno grupo de escravizados. Havia ainda camponeses que cultivavam plantações no interior e pagavam tributos ao Estado em forma de produtos. No século IX, era comum ver em Constantinopla a sua população tendo como entretenimento os teatros, hipódromos, onde ocorriam os espetáculos mais populares entre os bizantinos, as corridas de cavalos. Os mais ricos e as camadas médias valorizavam a educação, e boa parte dessa parte da população eram alfabetizados, inclusive as mulheres. As mulheres se dedicavam a cosmetologia e a tecelagem. Como vimos acima, haviam imperatrizes como Teodora que participavam da política em destaque, no século VIII outra imperatriz atuante no mundo da política foi Irene.

 

Arte bizantina

 

Os mosaicos, obras de arte que já eram conhecidos pelos gregos e pelos romanos, fizeram parte do cotidiano das igrejas bizantinas. As obras geralmente retratavam para os fiéis as histórias da bíblia e tinham funções de ensinar a religião. Vale ressaltar que a maior parte da população não era alfabetizada como abordamos anteriormente, e os aprendizados deveriam ser feitos por meio de imagens, passando de forma facilitada a doutrina cristã. Nos mosaicos os ensinamentos eram contados de forma objetiva e o mais simples possível.

 

Cisma do Oriente: divisão da Igreja Católica

 

A religião cristã em Constantinopla seguia os moldes do Império Romano do Ocidente. Ao longo do tempo tendo os imperadores o controle da religião, passaram se efetivar várias mudanças. Os patriarcas da Igreja, líderes religiosos, eram nomeados diretamente pelo Imperador. Na hierarquia clerical, abaixo dos patriarcas se encontravam aproximadamente seiscentos bispos e arcebispos que controlavam milhares de padres e párocos.

As missas antes rezadas em latim, passam a ser celebradas em grego, os padres começam a adotar barbas e tiveram autorização para contraírem o matrimônio. Essas diferenças geraram desentendimentos entre os chefes de cada Igreja o Patriarca e o Papa levando a uma ruptura em definitivo no ano de 1054, fato que ficou conhecido como A cisma do Oriente. A separação entre as igrejas fez com que os bizantinos adotassem uma liturgia própria, não tendo mais relações com a Igreja Católica, e assim passaram a se chamar de Igreja Ortodoxa.

 Uma das principais diferenças entre as religiões católicas e bizantinas é a adoração de imagens, que na Igreja Ortodoxa passou a ser proibida, pois eram acusados de idolatria. Segundo a interpretação bíblica dos ortodoxos o culto às imagens era condenado pelas escrituras sagradas.

Essa discussão dividia a sociedade bizantina desde o século VIII, quando o imperador proibiu esta prática, porém ocorreram diversas revoltas da população, muitas delas tinham como incitadores os próprios monges que eram contrários a ordem do imperador. A questão iconoclasta, como ficou conhecida durou até meados do século IX, quando o culto as imagens foram liberadas, exceto as estátuas e esculturas.

 

Queda de Constantinopla e o fim do Império Bizantino

 

A localização de Constantinopla, próximo à Ásia Menor, fez com que a cidade fosse alvo de tentativas de conquistas e de ameaças frequentes. Diversos foram os povos que tentaram invadir Constantinopla, assim como fizeram com Roma no século V. Esses constantes ataques e ameaças foram responsáveis pelo enfraquecimento da defesa de Constantinopla e pela diminuição gradativa de seu território.

Disputando o poder, Mehmed II, do império otomano, avançou sobre Constantinopla, que, já fragilizada não conseguiu se sustentar. Os símbolos aqui são importantes para marcar o fim do Império Romano do Oriente: no dia em que Constantinopla foi tomada pelos otomanos, a principal referência do cristianismo na região, a Basílica de Hagia Sofia, sofreu duros ataques, sendo transformada em uma mesquita imediatamente. Em 1453 o Império Romano do Oriente chegava ao fim, dando início a novos tempos.

Como foi possível conhecer a história do Império Bizantino é de fundamental importância para que se compreenda as marcas deixadas pela queda dos dois impérios, com aproximadamente mil anos de distância entre os dois acontecimentos.























 

 

 


 

INTRODUÇÃO AS CARACTERÍSTICAS GERAIS DA ÁSIA MERIDIONAL E EXTREMO ORIENTE

 GEOGRAFIA – 9º ANO – INTRODUÇÃO AS CARACTERÍSTICAS GERAIS DA ÁSIA MERIDIONAL E EXTREMO ORIENTE

 

Orientação: Leia o material com atenção e cole em seu caderno – Não é necessário devolver na escola

Objetivo: Identificar as principais características físicas das porções sul e do Extremo Oriente asiático.

Sites confiáveis para pesquisa:

www.webgeo.net.br

https://www.infoescola.com/geologia/cordilheira-do-himalaia/

 

Cordilheira do Himalaia

 


Himalaia é uma cordilheira (conjunto de montanhas) situada na Ásia, tem extensão aproximada de 2.500 km, e entre 150 e 400 km de largura. É a maior cadeia de montanhas do mundo.

Localização

O Himalaia está situado no sudeste asiático, nos territórios da China – incluindo o Tibete –­ Índia, Paquistão, Butão e Nepal. O ponto mais alto – ponto culminante – é o Monte Everest, com 8848 metros de altitude e está localizado exatamente na fronteira da China com o Nepal, sendo seu cume o reconhecimento internacional da fronteira entre estes países. É chamado de “teto do mundo” pois 15 das montanhas mais altas do planeta ali se encontram e por ter mais de 100 picos com altitudes superiores a 7000 metros.

 

Formação e estrutura geológica

 

O Himalaia é fundamentalmente constituído por uma estrutura geológica conhecida como dobramentos modernos. São estruturas formadas na era Cenozóica que apresentam as mais elevadas altitudes do relevo mundial.

A cordilheira surgiu da colisão do continente indo-australiano (a Austrália já fez parte da mesma massa continental indiana) com as placas tectônicas asiáticas, após a Índia se projetar para o norte e atingir a Ásia. Desta forma o continente indo-australiano foi pressionado para baixo do continente asiático. Dessa colisão se ergueram a cadeia de montanhas do Himalaia.

A placa indiana continua em movimento. Estima-se que ela se movimenta numa proporção de 67 milímetros por ano, este movimento é responsável pela elevação anual de cerca de 5 milímetros do Himalaia, o que o torna geologicamente ativo.

Clima e hidrografia do Himalaia

O clima do Himalaia, influenciado pelas elevadíssimas altitudes, possui baixas temperaturas e neve durante todo o ano. As geleiras presentes no Himalaia são responsáveis pela alimentação de importantes rios da Ásia, como o Rio Ganges e o Rio Indo, especialmente no período de estiagem. O Himalaia funciona como uma barreira que impede que o ar frio do ártico chegue ao sul da Ásia, o mantendo temperaturas mais quentes do que ocorre em outras regiões temperadas do planeta. A barreira também impede que os ventos sazonais das monções sigam para o norte, propiciando uma grande ocorrência de chuvas torrenciais, principalmente na Índia.

Turismo no Himalaia. O Himalaia atrai muitos e alpinistas que se arriscam na escalada de suas montanhas. O ponto mais atrativo é o Monte Everest. Pela complexidade de sua escalada, já foi palco de muitas mortes de alpinistas. Existem várias estações de esqui no Himalaia indiano, que no período colonial foram instaladas pelos ingleses. No verão as trilhas atraem os turistas para as montanhas mais baixas.

 

Impactos ambientais no Himalaia

 

A própria formação do Himalaia é causa de grandes impactos naturais, como os terremotos. O ocorrido no Nepal, em 2015, que atingiu 7,8 graus na escala Richter foi produto direto da colisão de placas.

Fator determinante no processo de mudança da dinâmica da cordilheira, o aquecimento global tem gerado apreensão entre pesquisadores. Em estudos de 2011 realizados pelo Centro Internacional para o Desenvolvimento Integrado das Montanhas (ICIMOD), é apresentado que as geleiras diminuíram até 22% nos últimos 30 anos, intensificando-se entre 2002 e 2005.

O derretimento dessas geleiras pode gerar impactos em curto e longo prazo; inicialmente, pode provocar o surgimento de grandes lagos que podem interferir na vida nas aldeias da região e num segundo momento diminuir a alimentação dos rios, causando secas no período de estiagem.
















AGENTES INTERNOS E EXTERNOS DO RELEVO - LISTA DE EXERCÍCIOS

 GEOGRAFIA – 6º ANO –AGENTES INTERNOS E EXTERNOS DO RELEVO

 

Orientação: Leia o material com atenção RESOLVA e cole em seu caderno – Não é necessário devolver na escola

Objetivo: Identificar as principais características relacionadas aos agentes internos e externos da Terra e o resultado das ações no relevo.

 

Olá, pessoal!

Importante que os textos das semanas anteriores deixado pelo professor sejam utilizados para acompanhar a linha de raciocínio dos exercícios abaixo! Boa sorte, e lembre de deixar o material colado em seu caderno!

 

 

1-Mediante aos nossos estudos sobre o tema, quais são os principais agentes internos do relevo? Como eles agem?

R:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

2-De acordo com o material disponibilizado, quais são os principais agentes externos do relevo? Como se percebe suas ações no cotidiano?

R:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

3- Ao observar a paisagem, qual dos fatores externos fica mais evidenciado como construtor do relevo?

R:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4- Por que é difícil acompanharmos de maneira fácil as ações do agentes internos do relevo em um país como o Brasil. Após isso, aponte a relação com vulcões e terremotos, estes dois fenômenos ocorrem por aqui?

R:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

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terça-feira, 15 de setembro de 2020

Urbanização brasileira e problemas urbanos – Material de leitura

 Urbanização brasileira e problemas urbanos – Material de leitura

 Introdução a urbanização brasileira – 7º ano - Não há necessidade de devolver, cole em seu caderno e use para estudar!

Objetivo central: Identificar principais problemas urbanos do Brasil.

 

Fontes confiáveis utilizadas para a construção do texto:

 

Urbanização brasileira e problemas urbanos

 


O mundo está passando por um intenso processo de urbanização. Esse processo teve destaque primeiramente durante o século XVIII, nos países envolvidos na Revolução Industrial. Já nos países em desenvolvimento, a urbanização ocorreu de forma expressiva a partir da década de 1950, impulsionada pelo desenvolvimento industrial, pois as atividades industriais se expandiram por vários países, atraindo cada vez mais pessoas para as cidades.

No entanto, a urbanização acelerada sem planejamento tem como consequência problemas de ordem ambiental e social. O inchaço das cidades, provocado pelo acúmulo de pessoas e a falta de uma infraestrutura adequada, gera transtornos para a população urbana.

Uma das principais características da urbanização sem o devido planejamento é o inchaço das cidades, desencadeando graves consequências econômicas e sociais, esse fenômeno ocorre principalmente nos países em desenvolvimento, em razão da rapidez do processo de urbanização e da falta de infraestrutura.

O crescimento desordenado das cidades gera a ocupação de locais inadequados para moradia, como áreas de elevada declividade, fundos de vale, praças, viadutos, entre outras. Conforme a Organização das Nações Unidas (ONU), atualmente cerca de 25% da população mundial que mora em cidades vivem na absoluta pobreza.

Os problemas urbanos são vários e bem diversificados, as grandes cidades sofrem principalmente com as poluições, engarrafamentos, violência, desemprego, desigualdade social, locais inadequados para moradia, saúde, educação, infraestrutura, etc.

Os diversos tipos de poluição (hídrica, visual, do solo, sonora, atmosférica) são causados principalmente pelo modo de produção e consumo estabelecidos pelo capitalismo. A poluição atmosférica é um grande problema detectado nas cidades, o intenso fluxo de automóveis e as indústrias são os principais responsáveis pelo lançamento de gases tóxicos na atmosfera. Outros problemas ambientais decorrentes da urbanização são: impermeabilização do solo, alterações climáticas, efeito de estufa, chuva ácida, ausência de saneamento ambiental, destinação e tratamento dos resíduos sólidos, entre outros.

A falta de segurança tem sido um dos principais motivos que preocupam a população urbana. Diariamente são divulgadas notícias de violência nas cidades, esse processo está diretamente associado a outros problemas como o desemprego, a educação de baixa qualidade e a desigualdade social.
Portanto, os distintos problemas urbanos formam uma teia, onde um está diretamente ligado ao outro, havendo a necessidade da realização de políticas para solucionar todos esses problemas, proporcionando uma melhor qualidade de vida para a população urbana.

Moradias em locais inadequados


A Grécia Antiga – Lista de exercícios

 A Grécia Antiga – Lista de exercícios

 Introdução a Grécia Antiga –– 6º ano - Não há necessidade de devolver, cole em seu caderno e use para estudar!

Objetivo central: Identificar questões sociais e estruturais que envolvem a Grécia Antiga.

 Olá, pessoal!

Importante que o texto da semana anterior deixado pelo professor seja utilizado para acompanhar a linha de raciocínio dos exercícios abaixo! Boa sorte, e lembre de deixar o material colado em seu caderno!

 

 

1-Mediante aos nossos estudos sobre o tema, por que a Grécia Antiga é considerada uma civilização que foi extremamente desenvolvida e marcou a história humana no planeta?

R:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

 

2-De acordo com o material disponibilizado, como a Grécia se organizava socialmente? Esta organização lhe dava um aspecto de Estado unificado?

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3- Quais são as principais características de Atenas e Esparta? Que tipo de rivalidade eram alimentadas entre estas Cidades-Estados?

R:______________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

4- Como e o porquê foram criados os jogos olímpicos? Quais foram suas principais modalidades iniciais?

R:________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________________

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INTRODUÇÃO AS CARACTERÍSTICAS GERAIS DA ÁSIA CENTRAL E ORIENTE MÉDIO

 

GEOGRAFIA – 9º ANO – INTRODUÇÃO AS CARACTERÍSTICAS GERAIS DA ÁSIA CENTRAL E ORIENTE MÉDIO

 

Orientação: Leia o material com atenção e cole em seu caderno – Não é necessário devolver na escola

Objetivo: Identificar as principais características físicas das porções centrais e do oriente médio asiático.

 

Sites confiáveis para pesquisa:

www.webgeo.net.br

https://mundoeducacao.uol.com.br/geografia/aspectos-naturais-oriente-medio.htm

https://www.todamateria.com.br/deserto-de-gobi/

 


Oriente Médio – Características físicas

 

O Oriente Médio é uma porção territorial do continente asiático. Nessa região a superfície terrestre (relevo) é constituída principalmente por planaltos, como o Planalto de Anatólia e o Planalto da Arábia. O território em questão abriga também formações montanhosas provenientes de dobramentos modernos, das quais podemos citar os montes Zagros, Elburz e Iêmen. Esses não são as únicas unidades de relevo, inclui ainda as planícies, que compreende a planície da Mesopotâmia. Esse tipo de relevo abrange restritas áreas dentro do Oriente Médio. O Iraque abriga a maior parte das planícies existentes no Oriente Médio, sendo que as mesmas ocorrem entre dois importantes rios: o Eufrates e o Tigre.

A característica climática da região é predominantemente marcada pelo clima do tipo árido e semi-árido, ou seja, com temperatura elevada e pouquíssima incidência de precipitações. Além disso, há uma enorme variação de temperatura (amplitude térmica) entre o período diurno (atinge até 50° C) e noturno (abaixo de 0°C). As regiões mais úmidas do Oriente Médio se restringem as áreas litorâneas, as quais se encontram climas mediterrâneos com verões quentes e secos e invernos frios e chuvosos.

O subcontinente do Oriente Médio é pobre em vegetação, isso devido à adversidade climática, no entanto, é possível encontrar em lugares mais secos plantas do tipo xerófilas, estepes em áreas de clima árido e nas regiões mais úmidas de característica mediterrânea são identificadas vegetações arbustivas, campos e pradarias em decorrência da influência do clima temperado.

 

Deserto de Gobi – Ásia Central

 

Deserto de Gobi é um grande planalto desértico que está localizado na porção central do continente Asiático. O termo “gobi” deriva da língua mongol que significa “local sem água”.

Principais Características

 

O Deserto de Gobi, situado no norte da China e no sul da Mongólia, ocupa uma área aproximada de 1.125.000 km2, sendo considerado o quarto maior deserto do mundo.

 

Fica atrás do deserto da Antártida (Antártida) com 14.000.000 km2, o Deserto do Saara (África) com 9.000.000 km2 e o Deserto da Arábia (Ásia) com 1.300.000 km2. Seu comprimento é de aproximadamente 1.600 km e largura de 480 a 965 km. Possui altitude média entre 800 e 1.200m. O deserto de Gobi apresenta uma vegetação escassa com presença de algumas ervas rasteiras e vegetação halófila (adaptada a terrenos salinos) que vive próxima aos locais pantanosos. Esse tipo de vegetação está adaptado ao clima que apresenta.

Elas servem de alimento para alguns animais que habitam o local, por exemplo, camelos, antílopes, cavalos, gazelas, asnos, dentre outros.

Clima

O clima do deserto de Gobi é chamado de clima desértico apresentando temperaturas extremas e baixa pluviosidade (chuvas). Já foi registrado nesse deserto uma temperatura de 40°C no verão e -47°C no inverno. Portanto, possui uma elevada amplitude térmica (diferença entre a temperatura mínima e máxima)

No entanto, a média de temperatura gira em torno de −3°C a +3°C. Embora grande parte acredite que no deserto as temperaturas sejam muito elevadas sempre, vale lembrar que por não apresentar nenhuma vegetação, elas podem atingir valores muito baixos durante a noite.

 

INTRODUÇÃO AOS AGENTES EXTERNOS DO RELEVO

 GEOGRAFIA – 6º ANO – INTRODUÇÃO AOS AGENTES EXTERNOS DO RELEVO

 

Orientação: Leia o material com atenção e cole em seu caderno – Não é necessário devolver na escola

Objetivo: Identificar as principais características relacionadas aos movimentos internos da Terra e o resultado das ações no relevo.

 

Sites confiáveis para pesquisa:

www.webgeo.net.br

https://www.preparaenem.com/geografia/agentes-externos-relevo.htm

 

Agentes externos do relevo

 


Os agentes externos do relevo – ou, mais precisamente, os agentes externos de transformação do relevo – são os elementos que atuam no sentido de promoverem gradativas modificações no subtrato superficial da Terra, moldando formas que existiam anteriormente e dando origem a novos tipos de morfologia.

Sabemos que o relevo é modificado por dois grupos de elementos transformadores: os agentes internos ou endógenos e os agentes externos ou exógenos. Nesse caso, estamos abordando os últimos, que também são chamados de agentes modeladores, pois dão novas formas a estruturas naturais preexistentes.

As forças externas de transformação do relevo são: a água (das chuvas, dos oceanos e dos cursos d'água), o vento, a temperatura (ou a variação das temperaturas), as geleiras e os seres vivos em geral (incluindo os humanos).

Dos elementos naturais, o principal agente de transformação do relevo é a água, pois os seus efeitos são os mais rápidos e também os mais facilmente perceptíveis, podendo ocorrer de várias formas. A água atua, muitas vezes, na ocorrência do intemperismo químico, responsável pela dissolução das rochas, além de contribuir para a transformação dessas e das formas de relevo em sedimentos (partículas de rocha), que são transportados pela própria água para outras localidades. Em outras palavras, podemos dizer que a água é um importante elemento erosivo.

As erosões provocadas pela ação da água podem acontecer de diferentes formas, das quais podemos destacar:

- erosão fluvial: causada pela ação dos rios em suas margens e áreas adjacentes;

- lixiviação (erosão laminar): “lavagem” ou remoção da camada superior do solo pela água das chuvas;

erosão marinha: provocada pela ação da água do mar sobre rochas e formas litorâneas de relevo

Os ventos, por sua vez, também são importantes agentes exógenos de transformação do relevo. A ação deles costuma ser mais gradual e menos perceptível que a da água, mas trabalha no sentido de dar novas formas a ambientes de relevo expostos. Com o tempo, estruturas vão ganhando formas diferentes, como se tivessem sido lentamente esculpidas pelo ar em movimento.

variação de temperatura provoca a sucessão dos processos de dilatação e contração das rochas, sobretudo em regiões onde as amplitudes térmicas são mais acentuadas. Como os graus de dilatação dos minerais são diferentes em uma mesma rocha, os seus ritmos de variação também não se coincidem, o que proporciona a quebra da rocha ao longo do tempo, caracterizando o intemperismo físico.

A ação dos agentes externos do relevo é muito importante. Se considerarmos as áreas geologicamente mais antigas, percebemos que esses agentes tiveram mais tempo para exercer suas modificações, o que explica o fato de essas áreas (como o Brasil) não possuírem grandes altitudes e regiões montanhosas. Afinal, as maiores inclinações já foram lentamente desgastadas ao longo das eras geológicas até alcançarem suas formas atuais.

Os agentes externos dão novas formas ao relevo terrestre

domingo, 6 de setembro de 2020

Introdução a urbanização brasileira– Material de leitura

 Introdução a urbanização brasileira– Material de leitura

 Introdução a urbanização brasileira – 7º ano - Não há necessidade de devolver, cole em seu caderno e use para estudar!

Objetivo central: Identificar as principais características urbanas do Brasil.

 

Fontes confiáveis utilizadas para a construção do texto:

 


Hoje, no Brasil, existem muitas cidades e a população da zona urbana é muito maior do que a população da zona rural. Para se ter uma ideia, no Censo do IBGE¹ de 2010, o país possuía uma população de aproximadamente 191 milhões de habitantes, desses, cerca de 161 milhões viviam nas zonas urbanas, enquanto que apenas 29 milhões viviam na zona rural.

Mas nem sempre foi assim, até a década de 1960, a maioria da população morava no campo e a quantidade de cidades era bem menor do que a atual. Nesse período, as cidades existiam para atender às necessidades das atividades desenvolvidas no espaço agrário e das atividades mineradoras, principalmente da cana-de-açúcar, do ouro e do café.

Na década de 1970 o número de habitantes morando nas cidades foi, pela primeira vez, maior do que a população que vivia na zona rural. Esse crescimento do meio urbano proporcionalmente maior do que o do meio rural recebe o nome de Urbanização e no Brasil se iniciou no século XIX, intensificando-se a partir de 1920, motivados, principalmente, pela:

·  Implantação de indústrias nas cidades brasileiras, que atraiu muitas pessoas da zona rural para a urbana em busca de trabalho e melhores condições de vida, provocando assim o êxodo rural brasileiro.

·  Implantação de máquinas nas atividades do meio agrário, que substituíram a mão de obra assalariada, que sem trabalho migrou para as grandes cidades.

·  Concentração de terras na mãos de poucos proprietários, que tinham como comprar as máquinas e produtos agrícolas.

·  Migração dos pequenos proprietários de terras para as cidades em busca de trabalho assalariado nas indústrias.

·  Crescimento vegetativo da população brasileira, que cresceu muito nesse período.

Favela, um exemplo das consequências do crescimento desordenado das grandes cidades.

 

urbanização do Brasil provocou muitas mudanças na organização socioespacial do país, dentre elas se destacam:

·  O crescimento da quantidade de cidades;

·  O desenvolvimento das redes de transporte e comunicação, que passaram a interligar todas as regiões do Brasil;

·  O crescimento desordenado do meio urbano, que crescia sem nenhum planejamento, provocando diversos problemas ambientais e estruturais;

·  A formação de favelas, nas quais a população de baixa renda se fixava em razão da baixa valorização dos terrenos;

·  A acentuação das desigualdades sociais nos centros urbanos, pois muitas pessoas que chegavam às cidades não possuíam escolaridade e acabavam ficando desempregadas, aumentando, assim, os índices de pobreza e violência nos centros urbanos.